Gustavo Sampaio/Jornal da Cidade
A campanha irretocável até aqui nas Eliminatórias para a Copa do Mundo enche cada brasileiro de esperança novamente sobre “o hexa vem”. A atual Seleção Brasileira não é brilhante, mas é efetiva, pelo menos dentro de campo. Agora vem a Copa América, assunto que tanto gerou “terrorismo” nos últimos dias na seleção. Tite não deve fazer nenhuma mudança em relação a lista dos convocados para os dois jogos das eliminatórias, essa é a tendência.
Depois da vitória frente ao Paraguai, o capitão Marquinhos concedeu entrevista coletiva e disse que “foram afirmadas coisas pelos jornalistas que nós jogadores não falamos, nunca negamos vestir a camisa da Seleção Brasileira”. O fato é que, depois da entrevista de Tite no pós-jogo, que procurou se esquivar de todas as perguntar relacionadas ao descontentamento sobre a Copa América no Brasil, o que se pode entender é que: houve irritação, revolta, descontentamento, mas contra quem? Contra a Conmebol? Contra a CBF? Contra o que?
Uma “birra” sem sentido e hipócrita, uma bandeira sem causa, um “manifesto” sem ponto de saída e muito menos ponto de chegada. Se as sedes fossem Argentina e Colômbia tudo bem? Depois da promessa de que todos os jogadores e comissão vão ser vacinados a irritação cessou?
Marquinhos disse que todos sabiam da posição dos jogadores, mas nem eles próprios parecem saber. Tite disse que tudo seria esclarecido e mesmo com a sua boa oratória e serenidade sobre quaisquer assunto, não conseguiu dar uma direção de esclarecimento.
A Seleção Brasileira é mais que um time de futebol, representa o povo brasileiro, é alegria, é orgulho e é esperança. A Seleção do Brasil tem que ter representatividade e não futilidade.
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