Gustavo Sampaio
Jornal da Cidade
Faltando um mês para o jogo contra o Equador, o barco da Seleção Brasileira continua sem um comandante. Já são 38 dias sem treinador, sem rumo a ser seguido. Fazem também 32 dias desde que o presidente da CBF Ednaldo Rodrigues afirmou que o novo nome sairia “em breve”. A contagem não tem data para terminar, muito porque a CBF segue na espera de uma resposta do favorito Carlo Ancelotti. Enquanto isso, mantém Jorge Jesus e Abel Ferreira em modo espera.
A novela Carlo Ancelotti segue com capítulos dramáticos e cada mais com mais nós. Hora por pedido de espera, outro momento por situação com o Real Madrid, a verdade nua e crua é que no assunto, a CBF dá prioridade há quem coloca o Brasil em segundo plano, e deixa em segundo plano quem daria prioridade para assumir o cargo.
A um mês da partida contra os equatorianos, a CBF ainda concentra praticamente todas as suas atenções em Carlo Ancelotti, apesar de ter Jorge Jesus e Abel Ferreira como opções bem definidas em caso de mudança de rota emergencial. Os contatos pelos dois aconteceram de maneiras diferentes, mas estão totalmente congelados nas últimas semanas.
A verdade é que a Seleção Brasileira continua a deriva, com muito potencial, mas sem o mínimo de ordem e direção.
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