Gustavo Sampaio
Jornal da Cidade
Na última quarta-feira (25) o mundo do futebol foi surpreendido com o falecimento de Diego Armando Maradona, ídolo máximo da história do futebol argentino, reconhecido no mundo todo, uma lenda do futebol, um “deus” dentro de campo e humano fora dele. Maradona se recuperava de uma cirurgia que drenou um hematoma no cérebro, mas a abstinência do álcool e os fortes medicamentos para a reabilitação do uso de drogas, prejudicavam e muito a recuperação do ex-jogador e que agora era técnico do Gimnasia y Esgrima da 1° divisão do Campeonato Argentino.
A despedida do eterno ídolo dos argentinos aconteceu na quinta-feira (26), uma multidão foi se despedir no velório realizado na Casa Rosada, sede do governo argentino. Os milhares de argentinos que se fizeram presentes vestiam cores de todos os clubes do país, mais uma demonstração do tamanho de Maradona para a Argentina, não só como atleta, mas também como influente social. Os presentes cantavam “como em 86 outra vez, Maradona, Maradona, Maradona para sempre”.
A Federação Argentina de Futebol mudou o nome do atual Campeonato Argentino para Copa Diego Armando Maradona. A torcida do Napoli, time em que Maradona é ídolo máximo, se reuniu aos milhares para prestar homenagem a Maradona e o presidente da câmara legislativa de Nápoles deu início ao processo para a mudança de nome do estádio do clube. O projeto de lei visa mudar o nome do estádio San Paolo para Diego Maradona, “já estamos preparando tudo e a dar os primeiros passos no sentido de dedicar o estádio de Nápoles a Maradona. O processo será rápido porque quando existe um desejo forte não há nada que nos detenha” comentou o presidente da câmara, Luigi de Magistris.
Várias homenagens ao redor do mundo, expressões de carinho e respeito para Maradona, considerado por muitos um dos melhores jogadores de todos os tempos.
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