Por Arão Leite
Alta Floresta/MT – O caso da criança que nasceu no corredor do Pronto Atendimento Municipal de Alta Floresta-PAM, ainda repercute. Através da Secretaria Municipal de Assistência Social, o município acolheu não apenas a menina, mas faz o acompanhamento da família, visando dar maior conforto.
A mãe da criança, procurada pela imprensa preferiu não se manifestar no início da semana, alegando que não queria expor a filhinha que nasceu com mais de dois quilos e oitocentos gramas. Mas declarou informalmente, por telefone que o bebê estava muito bem.
Já uma servidora do Centro de Referência em Assistência social informou que uma equipe foi designada para acolher não apenas a criança como também a família que fora inserida no Programa Criança Feliz, uma iniciativa do governo federal em parceria com os municípios que tem uma grande demanda em Alta Floresta. “Com certeza a partir do momento que tivemos conhecimento dessa criança, já pedimos para todas as equipes saber a situação real e dar o suporte necessário”, comentou a secretária de assistência social, Mariney Munhoz.
A mãe do bebê, conforme informada a Secretaria de Assistência Social, seria procedente de uma família sem muita estrutura, principalmente financeira e social. A avó da criança teria seis filhos e a mãe que gerou a criança teria passado a gravidez sem saber ou mesmo escondendo, com medo da reação de sua mãe ao saber da gestação. Mas a partir do nascimento, a situação teria melhorado com o acolhimento por parte do serviço social.
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