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CDL solicita do Ministério Público e da Prefeitura de AF rigor na fiscalização contra festas clandestinas e aglomerações

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Assessoria de Imprensa
CDL Alta Floresta
A CDL Alta Floresta enviou nesta terça-feira (11) ofícios ao Ministério Público do Estado de Mato Grosso e para o prefeito Valdemar Gamba solicitando urgência na adoção de medidas para que a fiscalização contra as festas clandestinas e as aglomerações, principalmente em residências e em locais públicos, seja eficaz.
Os dois ofícios foram assinados pelo presidente da entidade Valdeci Casarin, pelo vice-presidente Alexandre Rodrigues Teixeira, pelo diretor financeiro Jailson Carlos Farias Pereira, pela secretária Elsa Maria Lopes dos Santos, pelo diretor de eventos e comunicação social Fábio Marcelo Buzzi, pelo primeiro diretor comercial José Manuel Martins Esteves e pelo segundo diretor comercial Jurandir Aparecido de Carvalho.
Nos documentos, a Câmara de Dirigentes Lojistas pede rigor na fiscalização ao e destaca com preocupação o número de casos acumulados, ativos, suspeitos e os 104 óbitos registrados oficialmente no município em decorrência da Covid-19, e alerta para o não cumprimento das medidas proibitivas e preventivas.
“A Câmara de Dirigentes Lojistas de Alta Floresta, entidade de classe, representando mais de quinhentos associados, vêm manifestar profunda preocupação com a forma que vem sendo realizada a fiscalização para o efetivo cumprimento das medidas proibitivas, restritivas e preventivas de forma a combater a transmissibilidade do novo coronavírus (Covid-19) principalmente acabando com as aglomerações que têm sido recorrentes em nossa cidade”, ressalta.
“Entendemos e defendemos que medidas precisam ser tomadas principalmente para preservar a vida das pessoas, e isso passa pela consciência de cada cidadão. Contudo, o poder público e as autoridades competentes têm a responsabilidade e o dever de agir aplicando as sanções necessárias conforme prevê a legislação”, cobra.
Em defesa do comércio, a CDL frisa que os segmento varejista sempre fez a sua parte, cumprindo rigorosamente com os protocolos de segurança estabelecidos e não pode ser taxado como responsável pelo aumento dos casos de Covid-19 no município.
“Não se pode imputar ao comerciante a responsabilidade do aumento de casos, quando na verdade acontecem frequentes festas clandestinas em diversos locais sem que haja uma fiscalização adequada envolvendo o Poder Público, todas as forças de segurança, o Poder Judiciário e o Ministério Público Estadual, que tanto tem feito para o combate ao novo coronavírus”.

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