Por Romilson Dourado
RD News
As dívidas acumuladas da UFMT, detentora do maior orçamento federal em Mato Grosso, com R$ 1 bilhão, vêm crescendo a cada ano.
E esse descontrole das finanças pode comprometer o funcionamento das atividades finalísticas e da missão institucional da unidade. O alerta vem da Controladoria-Geral da União, que analisou os números da UFMT entre janeiro de 2017 e julho deste ano.
Em relatório, a auditoria alerta que a instituição, sob a reitora Myrian Thereza Serra, reconheceu dívidas realizadas em exercícios anteriores, como atrasos nas faturas de energia elétrica, o que denota que a gestão não as classificou como prioritárias ou estratégicas para postergação de seu pagamento em favorecimento de outras.
Em 2017, a UFMT devia R$ 2,5 milhões à concessionária Energisa. No ano seguinte, subiu para R$ 11,3 milhões. E, neste ano, já alcançava a R$ 14,5 milhões, um aumento de 369% se comparado ao valor de 2017. Essa dívida acumulada levou ao corte temporário de energia da universidade em 17 de julho.
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