DC
Da bancada de Mato Grosso, apenas o senador Jayme Campos (União) votou a favor do texto-base do Projeto de Lei Complementar que regulamenta a reforma tributária.
Margareth Buzzeti (PSD) não apareceu em plenário para votar, minimizando a importância do PLP para a economia nacional.
Wellington Fagundes (PL), para surpresa de zero pessoas, votou contra, se aliando à ala extremista do bolsonarismo.
Desde o começo da semana, WF tentou ser protagonista de movimento contra a votação no Senado, dando entrevistas e criticando o Governo Lula (PT).
Líder do bloco Vanguarda, formou uma ala com o filho do ex-presidente Bolsonaro, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), líder da Minoria, e com Rogério Marinho (PL-RN), líder do PL no Senado.
O senador de Mato Grosso tem interesse em agradar Bolsonaro. Ele conta com o “aval” do ex-presidente para ser candidato a governador de Mato Grosso, em 2026.
O plenário do Senado aprovou o texto-base por 49 votos a 19. Por causa das alterações, o texto voltará à Câmara dos Deputados.
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