Rose Domingues e Max Campos | Secom e Indea MT
Após análises técnicas, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) optou em fazer uma readequação no calendário inicialmente proposto para a retirada da vacina contra febre aftosa. Com a decisão, o município de Rondolândia e parte dos municípios de Colniza, Aripuanã, Juína e Comodoro, que teriam a última vacinação em maio deste ano, deverão que cumprir mais uma etapa, vacinando o rebanho bovino e bubalino em novembro de 2019.
A mudança foi divulgada entre terça e quarta-feira (26 e 27), em Porto Velho, durante a quarta reunião do bloco 1 do Plano Estratégico do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA) 2017-2026. O evento contou com a participação de representantes do setor público e privado dos estados do Acre, Rondônia, Mato Grosso e Amazonas.
De acordo com o presidente do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea–MT), Tadeu Aurimar Mocelin, houve um longo debate que incluiu os membros da equipe gestora do Plano Estratégico do Estado. “Tudo isso busca aprimoramento das questões técnicas e estruturais dos serviços veterinários dos estados, de modo a obter mais segurança e excelência na suspensão da vacinação”. A instalação dos postos fiscais para contenção do trânsito deverá ocorrer até o final de março de 2020 e a proibição do trânsito de animais susceptíveis à febre aftosa e aos produtos de origem animal in natura a partir de 1º de maio de 2020.
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