Romilson Dourado
RD News
O deputado Wilson Santos reagiu nesta segunda às críticas do secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, que o definiu como incoerente e demagogo, e volta a afirmar, assim como declarou em janeiro, que a reforma proposta pelo governador Mauro Mendes é tímida, muito modesta e, em alguns pontos, incoerente.
Segundo Wilson, uma das incoerências está no fato do governo ter aumentado, por exemplo, o número de cargos comissionados. São 45 a mais se comparado à gestão Pedro Taques. Extinguiu 8 DGA1 (posto de secretário de Estado), mas criou 53 DGA6, ou seja, 45 a mais.
Sobre despesas correntes, o parlamentar tucano também aponta redução de somente 0,8% no primeiro quadrimestre, envolvendo folha e custeio. E esse grupo de despesas, avalia Wilson, vai fechar o exercício de 2019 próximo de R$ 13 bilhões. “Se o governo continuar mantendo esse ritmo, a economia será de apenas R$ 100 milhões num grupo de R$ 13 bilhões. E isso é muito pouco”.
Ele reafirma que a reforma administrativa é muito tímida ou nula com base em dados oficiais das secretarias de Fazenda e de Planejamento apresentados na Assembleia Legislativa em maio deste ano.
Quanto à minireforma tributária, o deputado do PSDB destaca ser contra e assim se manifestará. E pontua, para tanto, quatro razões.
Primeira – Entende que o governo estadual deveria aguardar a reforma tributária nacional e não colocar o que chama de “carroça na frente dos bois”.
Segunda – Afirma que faltou sinceridade e transparência para com o setor produtivo porque o Palácio Paiaguás tentou esconder a reforma, pegando carona num projeto que visa legalizar os incentivos fiscais sem autorização do Confaz.
Terceira – A taxação ao agronegócio no início do ano, comenta o deputado, deve encerrar um ciclo de aumento de impostos sobre o setor produtivo.
Quarta – De acordo com Wilson Santos, o aumento de impostos sobre a população vai prejudicar principalmente os mais pobres.
Wilson diz que votou favorável a maioria das mensagens do governo, mas enfatiza que aquilo que considera injusto e prejudicial à população, lutará com todos energias para impedir a aprovação.
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