Se por um lado uma categoria está cercando o tráfico, de outro, quem cuida do cárcere cheio de detentos, está frustrada com o governo do estado de Mato Grosso que não ‘descongela’ o salário dos policiais penais. Os servidores que enfrentam talvez o maior perigo frente a reeducandos considerados de alta periculosidade, resolveram cruzar os braços e paralisar várias atividades.




