Gustavo Sampaio
Jornal da Cidade
Um ano de rebaixamento nunca é fácil para torcedores, jogadores, diretoria e todos os profissionais envolvidos no clube. Pontuar os erros é direcionar um recomeço muito menos fácil é, mas o presidente do Cuiabá, Cristiano Dresch tem dado a cara para manter o Cuiabá nos altos patamares do futebol brasileiro.
Em entrevista ao podcast Dinheiro em Jogo, Cristiano citou a demora para definição do treinador e não contratação na janela de transferências do meio ano como fatores preponderantes para o primeiro rebaixamento da história do clube.
“- Nosso rebaixamento não é por falta de dinheiro. Eu assumo a responsabilidade, foram erros da gestão, que é minha. O Cuiabá tem dois donos, mas a gestão é minha, eu tomo as decisões e eu errei. Na janela de transferências do meio do ano, qual foi a nossa postura? Tirar o pé para não contratar, talvez errar e chegar no final do ano com um fluxo de caixa muito pior do que a gente tem hoje.”
“- A reposição de um treinador foi o grande problema que eu tive, demorei muito para contratar um técnico, conseguimos contratar um treinador português novamente, o Petit, que não se adaptou à rotina do futebol brasileiro e acabou pedindo demissão. Foi um caso inédito que eu tive de dois treinadores pedirem demissão no mesmo ano. Acredito muito que se o Petit tivesse continuado, a gente teria conseguido, mas isso são águas passadas. O erro na reposição do treinador foi o maior fator (para o rebaixamento)” – foram as declarações do mandatário.
O Cuiabá defenderá o título Mato-Grossense e disputará a Copa do Brasil e a Série B do Brasileirão em 2025.
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