Depois de quase quatro meses, o corpo do trabalhador Evanildo Amanço De Souza, o Parazinho, foi liberado da Politec para que a família pudesse fazer o velório e sepultamento. A mãe Maria Juana, que estava em isolamento de covid, quase não conseguiu se despedir do filho que foi assassinado em novembro do ano passado. O exame de DNA foi concluído essa semana, oficializando a identidade da vítima.




