Mauro Mendes foi ainda além. Para ele, a proposta do presidente da República “é o mesmo que dizer: corta a sua perna, que eu corto meu dedinho”. Mendes ainda afirmou afirmou que o ICMS sobre os combustíveis representa 25% da receita própria do governo de Mato Grosso e, em contrapartida, o PIS e Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) oferecido pelo presidente representam 2% da receita do governo federal. Logo, o impacto no estado é muito maior que o sentido em âmbito federal. (Do G1)
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