O que chamou a atenção foi que a Ager disse que, ao longo desse período que a empresa está a frente da concessão, não tem reclamação oficial no estado ou junto à ouvidoria da Agência Estadual que fiscaliza os serviços públicos. Mas um relatório deverá ser apresentado com anexos reforçando as críticas da região e assinatura dos gestores.




