O analista aponta que a exposição do tribunal fez com que a corte ganhasse um protagonismo que não existia em tempos passados, quando sua atuação era discreta. “O Supremo nunca foi uma casa de santos, mas era um pouco escondido, não aparecia tanto no noticiário, as coisas não aconteciam de forma clara, era muito mais velado”, disse. (GD)




