Luis Vinicius
Gazetadigital.com.br
O ex-secretário de Justiça e Direitos Humanos, da extinta Sejudh, coronel da Polícia Militar, Airton Benedito Siqueira Júnior, foi transferido à reserva militar. A informação consta no Diário Oficial do Estado (DOE), publicado nesta sexta-feira (16).
O militar chegou a ser investigado por uma suposta prevaricação, ocorrida em 2016, durante as eleições municipais daquele ano. Mas, ele foi absolvido pelo conselho de justiça da 11ª Vara Criminal de Cuiabá. Ele, no entanto, ainda é réu na ação de improbidade administrativa pelo esquema de interceptações telefônicas clandestinas entre os anos de 2014 e 2015 em Mato Grosso, e que ficou conhecido por “Grampolândia Pantaneira”.
De acordo com o governo do Estado, Siqueira prestou 30 anos, 4 meses e 29 dias de serviço, e, destes, 29 anos, 10 meses e
28 dias de efetivo serviço, contados até 15 de Setembro de 2022, lotado na Polícia Militar.
“Transferir, a pedido, para a Inatividade, com proventos integrais, mediante Reserva Remunerada, o (a) Sr (a). Airton Benedito de Siqueira Junior”, diz trecho da publicação.
Apesar da absolvição, Siqueira Júnior ainda continua sendo réu na esfera criminal. Isso porque a juíza da Vara Especializada em Ações Coletivas, Celia Regina Vidotti, rejeitou os embargos de declaração do ex-governador Pedro Taques (SD), que buscava uma reanálise defesa preliminar e impugnação da ação de improbidade administrativa pelo esquema de interceptações telefônicas. O ex-gestor também é réu.
Além de Taques e Siqueira Júnior, são réus na ação: o ex-secretário-chefe da Casa Civil Paulo Taques, o ex-comandante da Polícia Militar Zaqueu Barbosa, o ex-chefe da Casa Militar, coronel Evandro Lesco e o sargento Gerson Corrêa.
30 ANOS DE SERVIÇO: Investigado na grampolândia, coronel da PM é transferido para reserva remunerada
Compartilhe:

Alta Floresta
nublado
21.6
°
C
21.6
°
21.6
°
96 %
1.3kmh
100 %
qui
31
°
sex
32
°
sáb
32
°
dom
34
°
seg
26
°



