Só Notícias/Cleber Romero
Os três presos acusados de envolvimento na morte do jornalista Edney Menezes, de 44 anos, em Peixoto de Azevedo (197 quilômetros de Sinop) permaneceram em silêncio durante interrogatório por orientação da advogada e não revelaram motivação da violenta execução à tiros, no último dia 15. As informações foram confirmadas, pelo delegado responsável pelo inquérito policial, Edmundo Félix de Barros Filho, ao site Só Notícias.
“Não apontaram nada relacionado ao crime. Foram instruídos pela advogada e permaneceram em silêncio. Ainda não temos uma linha (de motivação) definida. O importante é que a polícia encontrou os suspeitos, que era o mais difícil. A motivação precisa ser apontada por eles, mas como ficaram em silêncio vamos fazer novas diligências para descobrir. A conclusão depende desse processo de finalização porque já temos a autoria. Não conseguimos aparar ainda se a vítima tinha algum conflito com os acusados”, disse Barros Filho.
O primeiro suspeito foi preso, quinta-feira pela manhã, durante cumprimento de mandado, no bairro Aeroporto. Já os outros dois se apresentaram à tarde, na delegacia. Como estavam com mando de prisão expedido pela justiça, também ficaram presos.
Menezes foi morto covardemente, com ao menos três tiros, disparados a queima-roupa. Ele estava com seu veículo HB20 parado, na rua Itamar Dias, no centro de Peixoto, quando foi atingido. A dupla estava em uma Honda Titan e os tiros foram feitos pelo criminoso que estava como passageiro. Toda a ação criminosa foi registrada por uma câmera de segurança.
Acusados da execução de jornalista no Nortão permanecem em silêncio durante interrogatório, diz delegado
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