Por Arão Leite
Alta Floresta – Sábado, 23 de novembro, duas viaturas do Corpo de Bombeiros de Alta Floresta saíram em alta velocidade e sirenes ligadas para atenderem a um chamado de possível incêndio em uma grande empresa de produtos e implementos agrícolas na Avenida Ariosto da Riva, próxima ao terminal Rodoviário.
O momento era de tensão. Quando os militares chegaram lá com o caminhão de combate a incêndio e unidade de resgate, se depararam com um local fechado, sem representantes da empresa. Mas a analisarem o estado do estabelecimento, viram portas fechadas, mas em volta, através de frestas de janelas e outros pontos, presenciaram fumaça, o que gerou preocupação e início de uma força-tarefa para tentar jogar água e já entrar para chegar ao ponto e eliminar qualquer sinistro.
Sargento Borck, preocupado com a situação e pelo vidro, vendo o ambiente interno coberto por fumaça, conseguiu com equipamento romper a fechadura e entrar na empresa. Do outro lado, sargento Neri e soldado Fagundes armaram escada até o segundo piso e já iniciavam a contenção. Foi quando chegou um representante do local dizendo que na verdade a fumaça era produto que eles tinham jogado para dedetizar o ambiente. Mas não sabiam que precisaria informar o Corpo de Bombeiros.
Já os militares, que não tinha a informação sobre a borrifação interna, ficaram preocupados, pois os chamados no quartel eram de incêndio e como havia muita fumaça dentro do estabelecimento quando chegaram e não havia qualquer informação dos representantes, a decisão foi entrar e evitar o sinistro, que na verdade, foi alarme falso.
ALARME FALSO: Bombeiros são acionados para incêndio e se deparam com fumaça para dedetização
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