Por Arão Leite
Alta Floresta/MT – o Inquérito policial da morte do produtor rural Nonô Aparecido da Silva, de 49 anos, foi concluído pela Polícia Civil. O delegado Vinícius Nazário, que presidiu o IP, declarou que o assassino usou de motivação fútil e, com uma foice, articulou o momento exato para chegar e aplicar vários golpes sem dar qualquer chance de defesa à vítima.
Nonô morreu na hora e o assassino Moacir Ramos, de 68 anos, fugiu com a arma do crime. Ele se escondeu no mato”, disse a autoridade policial. Mas o matador voltou depois para a propriedade onde residia, vizinha da vítima. “Ele conta que o Nonô teria matado seu filho e que o Nonô também seria a motivação da separação com sua esposa e que a vítima teria dito que iria mata-lo”, comentou o delegado ao ressaltar que versão declarada pelo assassino é totalmente falsa e que o homem preso cerca de dois dias depois de tirar a vida do produtor rural se mostrou frio.
Nonô foi morto no dia primeiro de janeiro à tarde. Ele contou que a vítima estava passando veneno e que o surpreendeu sem dar tempo qualquer reação, o acertando primeiramente uma foiçada na face. Nonô caiu e continuou sendo golpeado até a morte. “Ele não falou nada”, contou o assassino num relato registrado pela Polícia Civil.
Moacir Ramos quando foi preso ainda tentou reagir. Ele segundo a Polícia Militar, reagiu à abordagem e foi para cima dos policiais, mas foi contido inclusive sendo alvejado com disparo na perna. Antes de ser preso no entanto. Precisou ser hospitalizado. Depois foi encaminhado à Cadeia e conforme o delegado, o Ministério Público já ofereceu a denúncia contra ele e o caso segue á disposição da Justiça, com Moacir, também conhecido como Mineiro, atrás das grades.
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