Por Arão Leite
Alta Floresta/MT – O casal Valdeci Leandro da Silva e a companheira Virgília Cândido Rocha viveu momentos de pânico na manhã de domingo, 31 de janeiro de 2021. Era por volta das 7 horas da manhã quando a mulher disse ter sentido forte cheiro de fumaça e logo começou a inalar gás tóxico. O marido, ao abrir a porta do quarto, percebeu grande incêndio na sala e que o fogo se alastrava do corredor para o restante da residência.
De acordo com ele, não tinha muita alternativa a não ser arrumar uma saída de emergência. “Saí com ela no colo, entrei na cozinha, fui para uma área dos fundos e saímos”, conta o morador da Rua J-3, região central de Alta Floresta. “Se não fosse ele me levar, teria com certeza morrido ali”, testemunha a aposentada.
Sofá, televisor, ar-condicionado entre outros pertences que estavam na sala, foram consumidos pelas chamas. Corpo de Bombeiros chegou minutos depois e evitou que pelo menos 70 a 75 por cento da residência não fossem consumidos pelas chamas também. Uma saída de ar pelo teto, segundo o casal, ainda ajudou que as labaredas subissem para o telhado, ao invés de seguirem pelo forro. “Ia pegar fogo em tudo”, diz a idosa lembrando que no quintal são três casas anexas.
O casal mora em uma casa construída há mais de 30 anos no Setor J. Boa parte dos bens materiais consumidos, tem também o valor sentimental da aposentada que fala até em recordações de gerações. Mas ela agradecer por ser história viva na tragédia material e que agora diz buscar força para reconstruir.
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