Por Arão Leite
Alta Floresta – Um homem de 59 anos, que atua como garçom em duas empresas do município de Alta Floresta, foi atacado por um cão no Setor A, região central da cidade. O fato ocorreu há alguns dias, mas em casa, a vítima agora resolveu falar e pedir apoio das autoridades em relação animais soltos no referido setor e outras áreas do município.
Edson Nunes. Conhecido como Galo, voltava para casa por volta das 23:30 horas. Ele estava de bicicleta. “Tinham outros cachorros pequenos que latiram, mas essa cadela da raça maior, veio quietinha e quando vi, foi ela pegando na minha perna de uma vez. Eu na hora pulei da bicicleta e reagi, mas já tinha mordido”, recorda o trabalhador que levou alguns momentos até fazer com que o animal da raça Pitbull se afastasse e desaparecesse. “Umas pessoas que estavam na lanchonete vieram ajudar. Mas saiu muito sangue”, lembra.
Foi a terceira vez segundo Galo, que a cachorra o atacou, mas anteriormente conseguiu escapar das mordidas. “Ela sempre fica solta à noite naquela região. Só que das outras vezes, eu vi quando se aproximava”, conta ele, ainda preocupado. “Tem que tomar medida. Ali passa muita gente. Já pensou se fosse uma mulher com criança. Um animal daquele atacar uma criança, mata”, adverte.
Galo está se recuperando, mas já perdeu mais de duas semanas de trabalho. “Ganho comissão, mas graças a Deus meus patrões estão dando todo suporte e entendem minha recuperação. Só que quando voltar, nem quero encontrar mais essa cachorra e a pessoa que for dona, tem que prender no quintal, pois ela poderá machucar ou matar alguém ou uma pessoa matar ela (sic)”, finalizou.
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