Por Arão Leite
Alta Floresta – O município de Alta Floresta, assim como boa parte pelo país vive as consequências do período de estiagem e principalmente, o problema de calor extremo e fogo em praticamente toda sua volta, gerando problema de saúde, social, ambiental entre outras preocupações que resultaram em decreto de Situação de Emergência.
A administração do prefeito Chico Gamba baixou o decreto e assinou o documento de número 271/2024, elaborado segundo o secretário de fazenda, Paulo Moreira, a pedido do Ministério Público. “É uma situação de emergência mesmo e a população precisa ser muito colaborativa”, comentou o gestor da pasta municipal, ao sair de uma reunião com o chefe do executivo, com o chefe da Sema, com Agência de Regulação e ainda, com a empresa responsável pela distribuição e água.
Paulo Moreira, ao falar para a imprensa, deixou claro que a crise hídrica é um problema muito sério, mas seu pedido é para que o racionamento, anunciado e já feito o cronograma pela empresa Águas de Alta Floresta, possa não ser extenso.
Mas um calendário, passado pela concessionária, que veiculou na imprensa e viralizou em redes sociais ainda na terça-feira, apontava que o município teria racionamento de água ou a empresa atenderia os usuários dia sim e dois não, fato que revoltou muita gente. “Mas esse calendário não é oficial”, assegurou Paulo Moreira, ao lado dos representantes da empresa Águas e também da Agência Reguladora, que deve fiscalizar a distribuição.
Mas o município anunciou que o Decreto de Situação de Emergência tem prazo de até 120 dias, considerando as condições climáticas e meteorológicas adversas, elevação significativa dos focos de calor e incêndios florestais, Lei estadual que institui política estadual de proteção e Defesa Civil, além de prognóstico climáticos que apontam continuidade de registros de baixa umidade do ar.
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