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Um levantamento divulgado, nesta sexta-feira (28), pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), realizada periodicamente desde 1994, aponta quem são os congressistas mais influentes do país, entre os 513 deputados federais e 81 senadores, em mandato no mês de junho.
Dessa forma, não estão incluídos na lista aqueles que se licenciaram para ocupar cargos nos Executivos federal, estaduais ou municipais, por exemplo.
De Mato Grosso, entre os 100 mais influentes, está apenas o senador licenciado Wellington Fagundes (PL).
O Diap considera como “cabeças” do Congresso Nacional os políticos que reúnem qualidades como “capacidade de conduzir debates, negociações, votações, articulações e formulações”, seja “pelo saber” ou pelo “senso de oportunidade”.
O órgão também destaca a capacidade de “leitura da realidade” e “facilidade para conceber ideias, constituir posições, elaborar propostas e projetá-las para o centro do debate, liderando a repercussão e tomada de decisão”.
Entre os 100 congressistas mais influentes, há 69 deputados federais e 31 senadores — proporcionalmente, portanto, o Senado leva vantagem. Desses, 24% são novos em relação aos “Cabeças” de 2023.
Com o PT à frente, com 21 nomes, a base governista tem o apoio de 76 “cabeças”, contra 16 vinculados à oposição.
Segundo partido com mais representantes na lista (12), o PL puxa o time dos adversário do Planalto no Congresso. Outros oito são de partidos neutros ou não têm sigla.
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