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Durante quase duas semanas, o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro (PSD), esteve em visita ao interior de Mato Grosso, “fazendo entregas” de sua pasta em várias cidades.
Em meio a inaugurações, entrega de equipamentos agrícolas e anúncio de obras de infraestrutura e apoio à agricultura familiar, Fávaro comandou o seu PSD em articulações políticas com outros partidos. O alvo é 2026, quando o ministro deve disputar a reeleição ao Senado. Sua vaga hoje é ocupada pela suplente, a empresária cuiabana Margareth Buzetti, que tem muito mais afinidade com a direita de Jair Bolsonaro (PL) do que com esquerda de Lula (PT).
No fim de semana, no Oeste do Estado, Fávaro fez farta distribuição de verbas e obras, agradou prefeitos, vereadores e deputados e exaltou a gestão Lula.
Segundo ele, as obras são “o compromisso do Governo Federal em reduzir as desigualdades em Mato Grosso”.
Na região, foram R$ 500 milhões contratados para investimentos na infraestrutura e apoio à agricultura familiar. Segundo ele, esse montante é “apenas o começo”, já que a previsão é de mais de R$ 1 bilhão até o fim do mandato de Lula. “Esses recursos vão ajudar a melhorar a vida das pessoas, reduzir as desigualdades e fortalecer a cadeia produtiva no Estado”, afirmou o ministro, que também fez farta distribuição de apertos de mão e abraços, durante o périplo.
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