DC
No entorno de Jair Bolsonaro (PL), líderes da extrema-direita acompanham com curiosidade o esforço de Wellington Fagundes em tentar “colar” sua imagem à do inelegível.
Para essas lideranças, o senador de Mato Grosso tenta ser esperto, mas, no fundo, dá uma clara demonstração de oportunismo político.
Na verdade, WF se comportaria como se fosse bolsonarista desde criancinha, fazendo de tudo para agradar a família Bolsonaro e obter apoio para seu projeto de disputar o Governo do Estado, em 2026.
Nem o fato de o “mito” estar desgastado – com tornozeleira eletrônica e sob risco de ir para a cadeia – desanima Wellington, que aumentou as críticas a Lula (PT) e ao STF.
Quem conhece WF, no entanto, costuma lembrar que, no decorrer dos seus 24 anos de atuação na Câmara Federal, sempre esteve apoiando as gestões de Lula e Dilma Rousseff.
É lembrado que, nessas gestões petistas, o hoje senador “nadou de braçada”, praticamente monopolizando o controle do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit) em Mato Grosso.
Foi só Bolsonaro se eleger em 2018, o parlamentar, para surpresa de ninguém, aderiu ao entã plantonista do Palácio do Planalto.
É por isso que WF sofre muitas resistência – inclusivem na cúpula regional do PL – quando desfila como pré-candidato de Bolsonaro ao Palácio Paiaguás.
Em tempo: nas redes sociais, WF faz campanha sistemática contra o STF, em constante adulação ao ex-presidente.
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