quarta-feira, 28 outubro, 2026
22.7 C
Alta Floresta

ROMPIMENTO DA BASE ALIADA: Fávaro refuta pecha de traidor e diz que Mendes sabia de risco

Compartilhe:

Pablo Rodrigo
Gazetadigital.com.br
O senador Carlos Fávaro (PSD) afirmou que desembarque do PSD e PP do palanque do governador Mauro Mendes (União) ocorreu após o mesmo ter dito que o deputado federal Neri Geller (PP) não teria espaço em seu palanque para a disputa ao Senado.
Segundo Fávaro, o grupo veio construindo desde 2020 a candidatura de Neri ao Senado, e que o governador participou de algumas reuniões. “É fato que ele nunca deu uma declaração que estava fechado com Neri, mas sempre deu aval para a construção”, afirma.
O senador ainda diz que foi por essa permissão do governador, que Geller decidiu abrir ‘suas bases’ ao MDB, e não construiu uma chapa de deputado federal do PP no Estado. “Neste momento por conveniência e respeito a posição do governador, mas ele pôs a gente pra fora. Não foi nós que estamos abrindo a divergência, foi ele que nos pôs pra fora. Foi ele que disse que não cabia o Neri Geller no grupo dele, foi ele que disse que era difícil ter dois senadores de Lucas do Rio Verde”, revelou Fávaro.
Porém, o senador discorda da análise do governador, lembrando que Rondonópólis já chegou a ter dois senadores, com Blairo Maggi (PP) Wellington Fagundes (PL) a partir de 2015. “Um senador é do Estado, dos mato-grossenses. Ninguém está desfacelando o grupo, nós estamos sendo colocado pra fora”.
Carlos Fávaro garante que após os argumentos de Mauro Mendes o seu grupo decidiu seguir o próprio caminho, e que continuará representando os mato-grossenses. “Nós vamos levar nossos ideais e idéias e o povo de Mato Grosso vai avaliar e saber escolher os seus representantes”, completou.
Nos últimos dias Fávaro e Neri estão sendo acusado de traição por lideranças e apoiadores do grupo do governador Mauro Mendes. Em algumas postagens nas redeses sociais, o grupo lembra que Fávaro também abandonou o ex-governador Pedro Taques em 2018, quando renunciou do cargo de vice-governador de Mato Grosso.
Porém, Fávaro afirma que o seu rompimento com Taques ocorreu no final do segundo ano da gestão, em 2016, e que fiz isso de maneira honesta e reta.
“Eu falei no segundo ano de governo dele, que eu não segueria ele politicamente, porque o governo dele não estava cumprindo aqueles compromissos com os mato-grossenses. E disse isso com muita retidão. E não fiz antecipadamente para não prejudicar ele, porque aí o pessoal falaria que o vice estava pulando fora do barco porque o governo não funcionava e tudo mais. Fiquei até o momento em que precisavamos decidir o futuro de Mato Grosso. E nós construimos isso com outro grupo político”, justificou.

Alta Floresta
nublado
22.7 ° C
22.7 °
22.7 °
91 %
1.6kmh
100 %
qui
36 °
sex
38 °
sáb
37 °
dom
40 °
seg
22 °

Últimas notícias

Artigos relacionados

BRIGA EM FAMÍLIA: Homem é socorrido com canivete cravado na cabeça em AF

Por Arão Leite Alta Floresta – Por pouco um caso de agressão envolvendo um casal não termina em tragédia...

Direita venceu em MT

  Mato Grosso também contribuiu para a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), apesar da força...

Pedir anulação

  Enquanto Lula, do PT, discursou por cerca de 20 minutos após divulgação do resultado oficial, o seu adversário...

Câmara aprova indicação para reforçar segurança na rotatória entre as MT-208 e MT-325

Lindomar Leal Assessoria de Imprensa Câmara Municipal A Câmara Municipal de Alta Floresta aprovou, na sessão ordinária de sexta-feira (23), a...