Jacques Gosch
RD News
O ex-governador Pedro Taques, que trocou o PSDB pelo Solidariedade, será mesmo candidato ao Senado. A candidatura vai ser chancelada na convenção estadual da sigla, marcada para o próximo dia 16.
Com isso, o SD de Mato Grosso atende orientação da direção nacional do partido que quer candidatura própria no Estado. O presidente estadual, prefeito de Rondonópolis Zé do Pátio, e o deputado federal Doutor Leonardo, também já avalizaram o projeto de Taques.
Animado com pesquisas que mostram seu nome bem avaliado na Baixada Cuiabana, Taques afirma que tentaram lhe matar fisicamente quando era procurador da República e agora tentam matá-lo politicamente todos os dias com ataques e calúnias. No entanto, pondera que os eleitores são sábios e estão distinguindo a verdade.
“Estou há um ano e nove meses sem tratar de política, só porque sou um sem avião, sem soja, sem fazenda, sem dinheiro, dizem que não tenho voto. Mas o eleitor é sábio”, disse Taques ao RD News, se referindo a adversários como Carlos Fávaro (PSD) e Nilson Leitão (PSDB).
Senado
Taques foi eleito senador pelo PDT em 2010 e permaneceu até 2014, quando renunciou para assumir ao Governo do Estado. Em 2015, migrou para o PSDB. Já em 2018, tentou a reeleição e foi o primeiro governador desde 1998 a não conquistar o segundo mandato.
No início do ano, quando foi lançada a eleição suplementar, Taques manifestou ao PSDB a intenção de disputar o Senado. Como foi preterido pelo partido, que lançou Leitão, acabou migrando para o SD, partido pelo qual pretende concorrer na eleição suplementar de novembro.
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