Editoria com Assessoria
No último domingo, 12 de junho, militares da 7ª Companhia do Corpo de Bombeiros em Alta Floresta, salvaram um bebê recém-nascido que estava engasgado e a avó ligou desesperada pedindo socorro. O chamado 193 aconteceu às 23h56min.
A solicitação de atendimento de ocorrência de obstrução de vias aéreas foi na Avenida Primavera, bairro Jardim das Flores. A equipe responsável pelo salvamento da criança de 12 dias, era composta pelo cabo BM Borck, soldados Souza, Amorim, Chianesi e Amorim(atendente da ligação de emergência)
Conforme relato da Companhia Militar, “na ligação, a avó do bebê, bastante nervosa, solicitou atendimento para seu neto, informando que este foi encontrado pela mãe no berço com os lábios arroxeados e aparentemente sem respirar”.
“O bombeiro militar atendente deu início ao atendimento via telefone, cuja ligação no aparelho da solicitante estava no viva-voz, a fim de que a mãe do infante pudesse ouvir as orientações e aplicá-las, sendo que de pronto uma guarnição de atendimento foi despachada para o endereço informado”, explicou.
O momento em que a criança se recuperava, foi marcado por emoção. “Os procedimentos foram repetidos por três ou quatro vezes, quando pude ouvir o choro da criança, o que foi um grande alívio, pois a avó da criança e a mãe, à medida em que se repetia os procedimentos orientativos, ficavam gradualmente mais nervosas. Mesmo após o recém-nascido ter chorado, continuei na ligação, até a chegada da guarnição de atendimento, relatou o soldado Amorim, responsável pela orientações via telefone..
Ao chegar na residência, a mãe veio ao encontro da guarnição com o seu filho no colo, entregando aos cuidados da equipe de atendimento. Na avaliação primária foi observado que o bebê já respirava, mesmo com dificuldade pela presença de secreção nas narinas e boca. Foi feita a limpeza de vias aéreas, colocação em posição anatômica para facilitar a respiração e monitoração durante todo o deslocamento até o Hospital Regional Albert Sabin.
O relato da mãe à guarnição foi que seu filho havia sido amamentado, colocado na posição para arrotar e depois de algum tempo foi posto no berço para dormir. “A certa altura da noite fui ao berço para vê-lo como estava e notei que estava roxo e sem respirar, quando me desesperei e gritei para minha mãe ligar para o Corpo de Bombeiros”, disse a genitora.
Após a entrega da criança aos cuidados médicos do Hospital Regional de Alta Floresta, a guarnição do atendimento retornou à sede da Companhia.
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