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ATAQUES NA IMPRENSA: Emanuel quer proibir Mauro de citar seu nome

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Andhressa Barboza
RD News
Alegando ser vítima de ataques pessoais, o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) quer impedir o governador Mauro Mendes (DEM) de citar seu nome o associando a ilegalidades e ainda que prove as acusações quando feitas. Incomodado com o uso de termos como “malandro de carteirinha”, o emedebista apresentou o pedido na 8ª Vara Cível de Cuiabá.
Ao longo da ação, assinada pelo advogado José do Patrocínio, Emanuel destaca algumas falas de Mauro que foram divulgadas pela imprensa. Entre elas, o governador chega a afirmar que “o fim de Emanuel Pinheiro será igual ou pior que o de Silval Barbosa”, se referindo ao ex-governador preso por corrupção e que delatou o prefeito e outros 9 ex-deputados estaduais que teriam recebido “mensalinho” em sua gestão.
“Conforme se denota das frases transcritas acima, o governador do estado, ora requerido, tem se valido de seu cargo para minar a figura pública do atual Prefeito (candidato a reeleição), extrapolando assim os limites de crítica pura à uma figura pública”, diz treho da petição.
Para justificar o pedido, Emanuel afirma ainda que “tais disputas levam muitas vezes estes a veicular imagens e falas com o único intuito de macular a imagem dos seus adversários e ainda daquelas pessoas diretamente ligadas a eles”.
Na segunda, Mauro foi a evento de lançamento da candidatura de Kalil Baracat (MDB) à Prefeitura de Várzea Grande onde o filho de Emanuel, o deputado federal Emanuelzinho (PTB), também é candidato, e aproveitou para atacar o parlamentar.
Operação Overpriced
O prefeito da Capital se diz vítima de perseguição por parte do governador que estaria usando do cargo para influenciar operações da Polícia Civil, como a Overpriced, que levou ao afastamento do secretário de Saúde Luiz Antônio Pôssas de Carvalho. A defesa pediu a anulação da operação da qual alega ter havido “indução ao erro” em ação da juíza Ana Cristina Silva Mendes, da 7ª Vara Criminal da Capital.
O ex-secretário nega superfaturamento na aquisição de ivermectina e diz que o valor citado pela Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), R$ 11,90, dizia respeito à caixa com quatro comprimidos, o que indicaria erro dos investigadores. Pelo cálculo da defesa, a caixa por R$ 11,90 com quatro unidades daria um custo de R$ 2,97 por comprimido.
O caso também é citado para embasar o pedido de Emanuel, pois Mauro teria usado o assunto para prejudicá-lo. “Vi hoje na mídia que a caixinha custava R$ 11. Nós compramos a caixa de ivermectina por R$ 2,05 com quatro comprimidos. Então quem pagou R$ 11 está roubando dinheiro público ou não? E não quer que eu me irrite com isso? Está roubando dinheiro público e isso me deixa profundamente irritado. Pode ser na prefeitura, no Governo ou em qualquer lugar”, comentou o governador.

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