Por Arão Leite
Alta Floresta/MT – “Já que roubar, por que não levaram só o dinheiro e deixaram meu filho vivo. Ainda fizeram foi jogar ele (sic) no mato como se fosse um cachorro”, desabafou um trabalhador Leonildo Pires de Mello, que no “Dia dos Pais”, ficou em choque ao receber a notícia do assassinato do filho mais velho. O caso em Alta Floresta foi registrado pela Polícia Militar e é investigado pela Polícia Civil. A vítima identificada como Fernando Pires de Mello morreu com golpes na cabeça. O rosto ficou praticamente desfigurado. O corpo foi encontrado a cerca de 70 metros da beira de uma estrada ligando bairros Boa Esperança e Vila Nova.
A Polícia Civil tenta buscar uma linha precisa de investigação. Para isso conta com o apoio de um laudo a ser elaborado pela Polícia Técnica que foi acionada ao cenário onde o corpo foi encontrado. Mas informações preliminares apontam que Fernando pode ter sido arrastado para o local já morto, tendo em vista marcas de sangue pelo caminho que levou os policiais até onde estava caído.
O pai do homem assassinado o esperava para um domingo em família. “Ele saiu de casa sábado, falando que daria umas voltas mais um amigo. Só que não voltou. Até achei que ele tinha ido para a casa da mãe dele. Mas domingo à noite vem essa notícia”, diz Leonildo que é separado e ainda tem outros três filhos.
Fernando, o filho mais velho, tinha recebido pagamento no sábado. “Ele tinha bastante dinheiro no bolso e com certeza foi para roubar”, acredita o pai.
O caso até esta segunda-feira à tarde ainda não tinha suspeito.





