Por Arão Leite
Alta Floresta/MT – A morte de José Rosa de Jesus, vulgo Zé Tiché, no município de Carlinda, continua investigada, mas sem suspeitos. O homem de 46 anos foi alvo de vários disparos de arma de fogo na tarde de 3 de janeiro no bairro Cristo Rei. Ele estava de moto quando o atirador chegou e disparou pelo menos oito vezes contra seu corpo. Os tiros atingiram inclusive a cabeça do motoqueiro que morreu ainda no local.
A Polícia Civil é quem investiga o caso e ainda não apresentou algo sobre um possível suspeito e motivação do crime. Mas relatou que está ouvindo testemunhas em busca de pistas. Já um parente da vítima, em uma entrevista que preferiu não se identificar, declarou que a família de José Rosa o orientou a sair de Carlinda por algumas ocasiões. “No ano passado tentaram matar ele lá, mas a espingarda falhou e o cara saiu correndo, mas comentou que voltaria para fazer o serviço”, declarou a fonte salientando ainda que á época um tio de Zé Tiché presenciou a tentativa de homicídio.
Separado, José Rosa tem um filho de 20 anos e outros dois adotivos da época em que era casado. O homem de 46 anos foi morador do bairro Boa Esperança em Alta Floresta onde também anos atrás, sofreu tentativa de homicídio. “Entraram no quintal da casa dele e tentaram lhe matar a pauladas, saindo até pedaço do cérebro pra fora”, comentou.
A fonte diz que José Rosa não era muito de se abrir com a família, mas alguns sabiam que eles estava com problema e corria perigo de vida. “Ele não falava, mas soubemos que no telefone dele tinha mensagem o ameaçando. Por isso a gente dizia para ele sair de lá, mas ele não saía, não ouvia”, conta o parente lamentando a morte de Zé Tiché. “Nem uma família espera receber uma notícia dessa, da morte como a dele. Mas não queremos vingar nada, apenas que a polícia faça seu trabalho, descubra e quem for responsável que resolva na Justiça”.
José Rosa também teve problema com a Justiça. Foi preso uma vez e por pelo menos duas ocasiões, era suspeito de envolvimento com situações ilícitas. “Ele ficou um tempo preso, saiu, mas ainda estava pagando, indo ao Fórum – a cada 30 dias –”, explicou o familiar que aguarda uma resposta da polícia. “É só o que pedimos”, finalizou.
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