Gustavo Sampaio
Jornal da Cidade
O Corinthians apresentou no seu ultimo balanço financeiro uma divida de R$665 milhões em 2019, e R$110 milhões se referem ao Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF), e FGTS de funcionários e jogadores que não recebem o depósito do fundo de garantia a mais de um ano.
O Timão fechou 2019 com R$ 88,7 milhões devendo em Imposto de Renda, o valor é mais que o dobro apresentado ao fim de 2018, que era de R$ 36.9 milhões. O relatório apresentado não indica detalhes, mas a divida se refere a tributos recolhidos dos salários dos funcionários e que não foram repassados a União. Sobre o FGTS, a dívida cresceu 333%, passou de R$6,6 milhões para os R$22 milhões.
Os atrasos chegam á 18 meses, e um diretor do clube afirmou que essa pratica se tornou usual no clube a pouco mais de um ano. “Quando um funcionário é demitido o clube paga tudo junto para não ter problema judicial”, afirmou o diretor que preferiu se manter no anonimato.
O presidente do Corinthians, Andrés Sanchez não quis comentar o assunto.
Segundo especialistas, sobre o não pagamento do Imposto de Renda, o Corinthians pode ser acusado de crime de apropriação indébita, de acordo com o artigo 168-A do Código Penal.
Sobre o não pagamento do FGTS pode acarretar na rescisão judicial do contrato de jogadores e o clube ficar de “mãos abanando”.
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