Homem foi abordado pela PRF e foi indiciado por tráfico internacional
Por Arão Leite
Redação
Alta Floresta/MT – Um homem preso na cidade de Dourados no estado do Mato Grosso do Sul, transportando 157 quilos de maconha se identificou como morador de Alta Floresta, em Mato Grosso. A Polícia Rodoviária Federal, que esteve a frente da operação, não foi revelou à imprensa o nome do suspeito, mas na Delegacia de Polícia Civil alta-florestense foi feito contato com a PRF sul mato-grossense em busca de maiores informações sobre o preso que poderá responder por tráfico internacional de droga.
A ação policial aconteceu ainda na segunda-feira, dia 14 de maio. Na ocasião, a PRF abordou um veículo Gol transitando na rodovia que liga as cidades de Ponta Porã e Dourados no MS. O suspeito estava acompanhado da esposa e quando questionados sobre destinos, teriam alegado que foram até ‘Ponta Porã rever amigos e fazer compras. A versão, no entanto, não convenceu os agentes que resolveram fazer uma busca no interior do veículo’.
Para encontrar a droga os policiais fizeram uma busca minuciosa e só após ver marcas de que o porta-malas poderia ter fundo falso, intensificaram a vistoria e acabaram encontrando dezenas de tabletes de produto análogo à maconha. Mas foi encontrado droga ainda nas laterais das portas, painel e atrás do para-choque traseiro.
O homem preso em flagrante disse que era morador de Alta Floresta e fora contratado por uma pessoa desconhecida para ir até Ponta Porã buscar a droga. Teria sido lá onde já pegou o carro com o entorpecente escondido. O suspeito ainda contou que iria receber três mil reais pelo transporte da droga até São Paulo e que sua esposa não conhecimento da ação ilícita que estava cometendo.
O motorista foi encaminhado à Polícia Federal onde foi autuado em flagrante por tráfico internacional de drogas.
Na Delegacia de Alta Floresta, um investigador informou que conseguiram nome do motorista e que esse não teria endereço de moradia neste município, mas em outra cidade da região norte de Mato Grosso, assim como passagem na Polícia. “Não tem ficha aqui. Seria de Juína onde foi preso em 2015, mas aqui não encontramos nada dele. Não se descarta ser algum traficante que fica migrando e que pudesse ter passado em Alta Floresta recentemente”, concluiu.
Fonte: Adriano Fernandes e Helio de Freitas




