Por Arão Leite
Alta Floresta – Um crime à luz do dia, na frente de testemunhas, mas ainda sem uma elucidação. O alvo; Benedito Mathias da Silva, também conhecido como Dito da Coban, em referência à Colonizadora do Município de Nova Bandeirantes. O homem de 71 anos foi morto ao ser alvejado por vários disparos de arma de fogo na porta do escritório.
Era manhã de quinta-feira, 7:15 horas quando o assassino em uma moto Fan de cor escura, passou na frente do escritório e depois de percorrer uns 100 metros, retornou, parou do outro lado da rua, desceu, cumprimentou um garotinho que passeava ali com um cachorro e depois, ao ver a vítima do outro lado da rua, saiu em sua direção, já efetuou o primeiro disparo e foi atirado. Dito da Coban não teve tempo para qualquer reação. “Encontramos nove estojos de calibre 9 milímetros perto do corpo e sete marcas de tiro no corpo”, contou uma fonte ao revelar que o colonizador tinha perfuração principalmente nas costas, um de raspão no braço e um na nuca.
O crime foi registrado por uma câmera de uma empresa próxima. O circuito de segurança ainda registrou o momento em que o bandido saiu, pegou sua motocicleta e desapareceu. O local do crime foi isolado pela Polícia Militar até a chegada da Politec que recolheu as capsulas de pistola e outros materiais que serão vão virar documento para investigação da Polícia Civil.
Motivação desconhecida?
As imagens apontaram um possível suspeito e até houve comentários de que o homem seria uma pessoa conhecida, que teria perdido um terreno em ação judicial. Mas a Polícia não confirmou a informação, mas adiantou que há pelo menos duas linhas de investigação no caso que chocou a cidade de Nova Bandeirantes.
A Prefeitura decretou luto oficial por três dias. O corpo de Dito da Coban, depois de passar pelo IML em Alta Floresta, foi levado de volta para Nova Bandeirantes, mas informações que seria sepultado em Cuiabá onde reside a maioria da família do pioneiro.





