Por Arão Leite
Alta Floresta/MT – O desaparecimento do menor Renan Jônatas Ramos, de apenas 16 anos terminou de forma trágica no município de Alta Floresta. O adolescente que completaria 17 anos no dia 14 de junho foi dado como desaparecido no dia 21 de abril. Foi sua mãe que procurou a Delegacia e registrou a queixa. Para ela, o filho estaria fugindo de algo, mas acreditava que estivesse vivo. Só que exatos 30 dias depois, a notícia de que os restos mortais do garoto foram encontrados.
Equipes da Delegacia de Homicídios – DHPP, Roubos e Furtos = DERF e ainda de Repreensão a Entorpecentes – DRE, foram ao local. Liderados pelos delegados Pablo Carneiro e pelo titular da Delegacia Municipal de Polícia Civil, Vinícius Nazário, os investigadores fizeram uma extensa busca ao local entre os bairros Vila Nova e Parque das Nações, encontrando em uma área de mato, o corpo já em muitíssimo estado de decomposição.
Uma bermuda jeans azul, camiseta marron, boné e chinelos foram os primeiros indícios de que se tratava de Renan. Mas as documentação do menor fizeram com a Polícia confirmasse se tratar do jovem desaparecido desde o dia 21. “Preliminarmente e diante dessas evidências, o corpo foi identificado, até devido aos pertences que foram reconhecidos por familiares”, comentou o delegado Vinícius, dizendo no entanto que o exame de DNA é apontará oficialmente a identificação. “Mas acreditamos que seja ele e foi vítima de sentença de uma organização criminosa”, pontuou o delegado.
Vítima do Comando Vermelho
Segundo o delegado, a facção comando vermelho através das lideranças em Alta Floresta foi quem determinou a morte do rapaz. No caso, segundo a polícia, um outro adolescente seria o alvo do grupo, mas como Renan teria avisado o alvo, acabou sendo cobrado dessa forma. “Mas estamos apurando todas as evidência para apontar autoria e mandantes e coloca-los atrás das grades”, assegurou.
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