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Instituições se unem para novas tecnologias no campo

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Assessoria
Protocolo de intenções assinado nesta semana vai incrementar o desenvolvimento de novas tecnologias e sua aplicação na produção no campo em Mato Grosso. Assinado pelo governo do Estado, universidades e Ministério da Agricultura e intermediado pelo senador Wellington Fagundes (PL-MT), o protocolo visa o fortalecimento da atividade produtiva mediante o estímulo à pesquisa, o desenvolvimento tecnológico e inovação.
Entre os resultados esperados estão o aumento da produtividade, produção, competitividade e sustentabilidade do agronegócio em Mato Grosso.
Entre as propostas está a criação de um banco de dados acessível ao setor do agronegócio, a colaboração na transferência de tecnologias, o incentivo e apoio à criação de startups e a promoção do empreendedorismo.
Nesse processo, estarão envolvidos a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico, a Universidade Federal de Mato Grosso, Universidade Federal de Rondonópolis e a Universidade Estadual de Mato Grosso e o próprio Ministério da Agricultura.
Além disso, as instituições poderão desenvolver projetos que possam direcionar emendas parlamentares que tragam grandes benefícios aos produtores e consumidores e promover e apoiar ações e políticas voltadas a garantir a sustentabilidade ambiental e social.
César Miranda, secretário de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso, avalia que ações como essa é que dão oportunidade de desenvolvimento de novas tecnologias para uma agricultura e pecuária de qualidade, criando ambiente de negócios para grandes, médios e pequenos produtores.
A reitora da Universidade Federal de Rondonópolis, Analy Polizel, avalia o que o desenvolvimento de novas tecnologias deve dar um novo impulso ao agronegócio de Mato Grosso.
A professor Rodrigo Zanin, da Unemat, ressalta dois aspectos no protocolo de intenções: a união do conjunto de universidades públicas de Mato Grosso em prol da produção de qualidade no campo no Estado e a ciência como fator de contribuição para o desenvolvimento do campo e de todo o Mato Grosso”, diz.
Já o professor Leandro Battirola, da UFMT, espera que, entre os resultados com a soma de esforços das universidades, esteja a congregação de capital intelectual em direção a um mesmo objetivo: promover uma agricultura e pecuária de mais qualidade.

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