Gustavo Sampaio
Jornal da Cidade
De acordo com postagens em suas redes sociais, a diretoria do Luverdense aponta para o caminho de transformar o time em clube empresa, para que assim não tenha que encerrar suas atividades. A proposta do clube empresa tramita no Senado, oferece a chance para os clubes refinanciarem suas dividas, se organizarem financeiramente e facilita a busca por novos investidores, o modelo ajuda também a enquadrar dirigentes, que assim, passam a responder caso haja qualquer irregularidade. É necessário apresentar um plano de reestruturação completo para ser integrado ao projeto, em seguida pede-se recuperação judicial e negocia-se as dividas. De acordo com o texto que corre no Senado, os clubes que entrarem no projeto poderão parcelar seus débitos em até 150 meses, com 70% de redução em multas, 40% de juros e de ate 100% de encargos.
Os clubes brasileiros em sua maioria, são caracterizados por associações civis sem fim lucrativo, com a mudança passam a ser sociedades anônimas ou limitadas, e assim podem fazer fusões, cisões ou incorporações e assim possam atrair mais investimentos. O clube passa a ter “único dono” que passa a gerir a instituição. “Na presidência desde o final do ano passado, quando assumiu após apelos da sociedade, Guilherme Lawisch havia externado a ideia, antes da pandemia, o desejo de transformar o Luverdense em clube empresa, seguindo as leis, com apenas um dono no poder de tudo”, seria o desejo do então presidente do LEC, através de uma publicação em rede social.
No Brasil, algumas equipes já contam com investidores únicos, com o Botafogo de Ribeirão Preto, Resende, Grêmio Osasco Audax, Red Bull Bragantino e mais recentemente o Botafogo RJ.
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