Por Arão Leite
Alta Floresta/MT – A Patrulha Marinha da Penha, constituída por agentes da Polícia Militar em Alta Floresta e que conta com apoio de outras instituições como Polícia Civil, OAB, Conselho da Mulher, Defensoria Pública, Ministério Público e Poder Judiciário, está acompanhando mais um caso de violência doméstica. A vítima é uma jovem de 20 anos que ainda ontem estava internada no Hospital Regional, aguardando vaga para ser transferida para Cuiabá onde terá que passar por cirurgia.
De acordo com a cabo PM Cléia, que está a frente da Patrulha Maria da Penha, essa jovem retrata um dos muitos casos onde o agressor tortura e não deixa sequelas apenas psicológicas, mas físicas. “Ela quebrou o maxilar e vai precisar operar”, contou a policial.
O agressor tem 24 anos e foi denunciado junto à Delegacia Municipal de Polícia Civil. Há informações de que ele se apresentou e foi liberado, mas que se refugiou dentro de casa com medo, pois além de familiares e amigos da vítima, outras pessoas estariam o ameaçando de morte.
Cabo Cléia disse que o caso é bem delicado, que foi informado até que a vítima, mesmo diante da gravidade do fato, teria retirado a queixa de medida protetiva. “mas ele negou que tenha retirado. Porém, pediu que a criança não seja afastada do pai. Só que tem esse clima tenso, mas vamos acompanhar, ficar assistindo esse caso, pois é mais uma vítima que mais do que nunca, precisa de acolhimento”, comentou a policial.
O caso está sob investigação da Polícia Civil.
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