Gustavo Sampaio
Jornal da Cidade
O Campeonato da Arábia Saudita começa nesta sexta-feira, com o jogo entre Al-Ahli e Al-Hazm. A expectativa é que nesta rodada inaugural estejam em campo quatro dos 27 jogadores nascidos no Brasil que fazem parte da Saudi Pro League. A legião brasileira é a maior entre os estrangeiros da liga, que abalou o mercado com as suas mais recentes contratações, promessa de um futuro promissor e é claro, muito dinheiro.
O Al-Ahli é o novo time do atacante Roberto Firmino que deixou o Liverpool. O Al-Hazm conta com os zagueiros Bruno Viana (emprestado pelo Coritiba) e Paulo Ricardo, mais o meia Vina, vendido pelo Ceará recentemente. Ambas as equipes foram promovidas à primeira divisão saudita nesta temporada.
Os 27 brasileiros estão espalhados por 13 dos 18 clubes na disputa em 2023/24, ou seja, apenas cinco clubes não contam com atletas brasileiros. Os nossos representantes são 20% do total de estrangeiros na liga, que tem cerca de 40 nacionalidades diferentes. O país que chega mais perto do Brasil é o Marrocos, com “apenas” nove atletas.
Em comparação com os cinco principais campeonatos de futebol da Europa (Alemanha, Espanha, França, Inglaterra e Itália), a Saudi Pro League só tem menos brasileiros do que na Premier League, a elite do futebol inglês tem 34 jogadores nascidos no Brasil.
Nenhuma delas chega perto do Campeonato Português, que terá mais de 100 brasileiros (mais precisamente, 108) na temporada 2023/24.
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