Gustavo Sampaio
Jornal da Cidade
Uma atuação de gala, muita emoção, muitos gols e um título inédito, esses elementos marcaram a vitória do PSG sobre a Internazionale em Munique, e a orelhuda enfim vai para Paris.
Após alguns anos de frustração, o objetivo do projeto milionário foi conquistado, o inédito título do PSG. Cheio de jovens talentoso e nas mãos de um técnico que uma temporada atrás afirmou que elenco parisiense seria mais forte sem Mbappé, que se transferiu para o Real Madrid. Alguns diriam que isso seria loucura, mas a verdade é que Luís Henrique mostrou porque é vitorioso e respeitado. De todos os jogadores presentes na final, o mais velho é o zagueiro Marquinhos de apenas 31 anos. O capitão é remanescente do vice campeonato da Liga dos Campeões, ficou no clube nos momentos ruins e agora liderou a equipe na final.
Doué de apenas 19 anos fez dois gols e deu uma assistência foi eleito o jogador da partida e mostra muito da filosofia de trabalho do espanhol Luis Henrique.
O PSG foi superior no ritmo, no conjunto, na mentalidade, no ânimo, a vitória por 5×0 realizou o sonho de uma torcida grande, de um projeto em que nunca faltou dinheiro, mas faltava homens.
O título também trouxe a tona a história de vida do treinador Luís Henrique que perdeu sua filha Xana de 9 anos vítima de um câncer ósseo. O treinador já havia vencido a Liga dos Campeões em 2015 com o Barça e agora repete a conquista com o PSG.
O PSG agora entra para a prateleira de campeões da Europa e pode abrir um novo horizonte no futuro do clube.
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