Gustavo Sampaio
Jornal da Cidade
O Sporting conseguiu um resultado que parecia milagroso antes da bola rolar no José Alvalade, em Lisboa, na última terça-feira. O time português igualou os 3 a 0 sofridos para o Bodo/Glimt no jogo de ida e levou o confronto para a prorrogação, onde marcou mais duas vezes para selar um 5 a 0 inesquecível, carimbando a classificação para as quartas de final da Liga dos Campeões.
Haja coração
Se na Noruega o Bodo/Glimt foi dominante durante os 90 minutos, a história em Lisboa teve o protagonismo invertido. Com três gols de desvantagem, o Sporting não teve outra opção a não ser pressionar o adversário desde o apito inicial, e funcionou. Ainda que na primeira etapa o volume de jogo não tenha se traduzido em chances claras, Gonçalo Inácio destravou na bola parada, marcando de cabeça após escanteio. No segundo tempo, a pressão portuguesa aumentou e foi mais eficiente. Luis Suárez recebeu em velocidade na direita e cruzou rasteiro para Pedro Gonçalves ampliar. O próprio Suárez marcou o terceiro, de pênalti, para empatar o placar agregado e levar o confronto para a prorrogação.
O sentimento do torcedor do Sporting ainda era de tensão após os 3 a 0 nos 90 minutos, mas se transformou de vez em euforia logo no primeiro minuto do tempo extra. O lateral Maxi Araújo, um dos melhores em campo, recebeu passe de Trincão na grande área e marcou o quarto gol. Abatido, o Bodo/Glimt não foi capaz de reagir, e ainda sofreu o quinto nos minutos finais, marcado por Rafael Nel, que veio do banco de reservas. O conto de fadas norueguês chegou ao fim, e o sonho do milagre português virou realidade.
Com o resultado, o Sporting iguala sua melhor campanha na Liga dos Campeões, atingido na temporada 1982/83. Nas quartas de final, a equipe portuguesa encara o Arsenal que passou pelo Bayern Leverkusen.
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