Gustavo Sampaio
Jornal da Cidade
Quebra de tabu, manutenção da liderança é maior identificação com casa e torcida, o Botafogo de Luís Castro tem se adaptado bem a própria metamorfose. Desde a chegada da SAF de Jhon Textor no ano passado, campanhas com o intuito de reaproximar o torcedor do clube e do Nilton Santos tem sido uma tônica do marketing do Fogão. O objetivo da temporada passada que era a manutenção da Série A foi conquistado, uma boa temporada no ano de 2023 era planejada, mas nem o mais otimista torcedor imaginava a liderança do Brasileirão, um bom futebol é um retrospecto de 14 vitórias nos últimos 20 jogos, 3 empates e apenas 3 derrotas.
A vitória em mais um clássico, desta vez diante do Fluminense, mostra a constância do Botafogo, o jogo não teve muitas oportunidades de gol para os dois lados, o gol do jogo marcado por Cuesta vem de uma confusão na área, Tiquinho evita saída da bola e o zagueiro do Botafogo sentado consegue marcar. O Flu jogava com o estilo de Diniz, posse de bola para tentar chegar ao ataque, o Botafogo utilizou de força física para anular as ações tricolores e também para atacar.
A metamorfose do Botafogo mostra um time que se adequa ao adversário, tende muito a crescer e só depende de si mesmo. Agora são 18 pontos, sete vitórias e uma derrota, 3 pontos de diferença pro segundo colocado Palmeiras.
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