Fábio Bonadeu
Diretoria de Comunicação
Durante o mês de julho as Unidades Básicas de Saúde (UBS’s), realizaram ações alusivas ao Julho Amarelo – que é o “mês D” contra as hepatites virais. De acordo com o site da Biblioteca Virtual em Saúde, que é responsabilidade do Ministério da Saúde, a campanha “Julho Amarelo” foi instituída no Brasil, por meio da Lei Federal nº 13.802/2019, e tem por finalidade reforçar as ações de vigilância, prevenção e controle das hepatites virais.
Em Alta Floresta os trabalhos foram coordenados pelas enfermeiras Flávia Alves e Camila Sala, que estão como responsáveis técnicas pelas unidades Santa Bárbara e Élida Borges, respectivamente. As ações resultaram em 52 testes rápidos, 47 verificações de pressão arterial, 40 verificações de glicemia e 6 aplicações de vacinas.
As hepatites virais são inflamações causadas por vírus e classificadas pelas letras A, B, C, D e E. No caso da hepatite A, está relacionada diretamente às condições de saneamento básico e higiene e se cura sozinha e possui vacina.
No caso da hepatite B é o segundo em incidência em transmissão por via sexual ou contato sanguíneo. A melhor forma de prevenção é a vacina, associada ao uso de preservativo. A hepatite C, sua principal forma de transmissão é o contato com sangue. A hepatite C é a principal causa de transplantes de fígado. A doença pode causar cirrose, câncer de fígado e morte. Não tem vacina.
A hepatite D é causada pelo vírus da hepatite D (VHD) e ocorre apenas em pacientes infectados pelo vírus da hepatite B. A vacinação contra a hepatite B também protege de uma infecção com a hepatite D. E, a hepatite E, é causada pelo vírus (VHE) e transmitida por via digestiva (transmissão fecal-oral). A hepatite E não se torna crônica, porém, mulheres grávidas que forem infectadas podem apresentar formas mais graves da doença.
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