Por Arão Leite
Alta Floresta O município de Alta Floresta, que nos anos 80, 90 e até início dos anos 2000 tratava de forma comum os casos de malária, volta a se preocupar com a doença, após notificação de pelo menos cinco casos e risco de possível surto.
Transmitida através de picada do mosquito Anopheles e segundo estudos, é a fêmea do gênero conhecido também como ‘mosquito prego’ que transmite a doença que só neste ano já infectou pelo menos cinco pessoas moradoras de Alta Floresta. Mas a Vigilância Ambiental investiga os casos, considerando que alguns podem ser de outras regiões ou até mesmo da divisa com o estado do Pará. “Nosso município tem um grande número de pessoas que gostam de pescar e ainda, muitos garimpeiros que trabalham no Rio Teles Pires e em outros lugares cheios do mosquito transmissor. Por isso alertamos a todos para o máximo de cuidados”, comentou Edson Rodrigues, da Vigilância Ambiental.
Pelo menos três dos casos notificados, os pacientes, entre eles uma criança, teriam ligação com trabalhadores do ramo garimpeiro em balsas de mergulho na região da Balsa Vaca Branca, no Setor Oeste. “Mas nossa investigação apura se realmente essas pessoas atuaram somente por lá ou em áreas próximas do estado do Pará”, conflitou.
E os dois outros casos são também procedentes, conforme os pacientes, de locais às margens do Rio Teles Pires, mas na região da 4ª Oeste ou Setor do Bom Fim. “Fazemos um alerta para que a população de modo em geral, mas principalmente os frequentadores do Rio Teles Pires, garimpeiros, pescadores para tomarem cuidado, usar repelente e em caso de qualquer sintomas semelhante como dores no corpo em geral, dor de cabeça, podem procurar o município faz o exame rápido e se a pessoa não for moradora e não tiver vínculo com uma unidade de saúde, pode procurar diretamente a Unidade de Pronto Atendimento, mas o município está preocupado e tomando suas medidas”, concluiu.




