Ao comentar a derrota, o senador disse que perder faz parte do processo democrático e respeita o resultado, apesar de não concordar. “Eu nunca vi, em toda minha vida política e nas eleições que disputei, uma convenção conduzida de tal forma draconiana, ou seja, desigual e desonesta. Sou muito fiel a Deus e ele, na sua infinita bondade, quis que a maioria dos convencionais apoiasse esta possível coligação. Eu respeito”, desabafou ao lado da esposa, Lucimar Campos, ex-prefeita de Várzea Grande, e do irmão, o deputado Júlio Campos. (GD)




