Na época os moradores do Setor Mundo Novo e quarta leste, assim como professores do ensino médio e representantes da Unemat e lideranças políticas se mobilizaram para impedir a obra. Com apoio do Ministério Público tudo foi parado, mas nos bastidores da política informações de que, assim como as usinas hidrelétricas, o local já está definido e, apesar da resistência, deve ser construído ali mesmo.




