Com pés e mãos algemadas, a mulher tinha policiamento ao seu redor durante todo o tempo do translado da Bolívia para o Brasil. Sua chegada a Mato Grosso repercutiu em todo o país. Angélica Saraiva de Sá, da região de Carlinda e Alta Floresta, tem condenação em mais de 260 anos e ainda com casos a serem julgados.




