Por Arão Leite
Alta Floresta – O desaparecimento do jovem Vitor Ursulino Alves, de 23 anos, vai completar 10 dias neste final de semana. Os pais e toda a família estão em desespero devido a falta de novidade sobre o caso do acadêmico do curso de direito, da Unemat.
Vitor desapareceu na quinta-feira, 11 de junho após sair da Universidade em um carro de aplicativo e parar no Bairro Maria Antônio, região distante de sua residência. E foi dessa localização passada pelo motorista que o levou a última informação sobre o jovem que é monitor de uma escola cívico-militar em Colíder, voluntário do Tiro de Guerra e ainda trabalha como Barman, garçom e churrasqueiro.
O delegado Adan Ximenes está a frente da investigação do caso e durante a semana, com apoio de uma equipe da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais – CORE, chegou a vários pontos onde o jovem teria sido levado e numa tentativa de abordagem, um suspeito de envolvimento como desaparecimento morreu em confronto com a Polícia.
Lael Marcelo, que foi socorrido, mas não resistiu, era apontado como disciplina de uma organização criminosa. Mas a Polícia Civil continua investigando o caso mantendo inclusive muitos pontos em sigilo. “Mas logo teremos novidades”, garantiu o delegado Adam Ximenes.
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