Gabriel Duenhas
Especial para o GD
Durante coletiva à imprensa, na manhã de terça-feira (5), na Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), o delegado titular da unidade, Wilson Cibulskis, disse que os envolvidos no tráfico de drogas sintéticas incluem estudante de medicina, advogado e moradores de bairros nobres da capital.
“Geralmente quem vende são pessoas de classe média alta, que são os traficantes, e os consumidores também, até mesmo porque a droga tem um valor agregado maior, então são consumidos por jovens de classe média”, disse o delegado.
Conforme balanço parcial da terceira fase da operação “Doce Amargo”, 29 mandados de prisão foram cumpridos, sendo 13 pessoas autuadas em flagrante.
A operação também localizou uma estufa de droga, com aproximadamente 80 mudas de maconha, em uma residência de Cuiabá. Os policiais também apreenderam 3 armas de fogo, R$ 20 mil em dinheiro, além de entorpecentes.
Segundo o delegado, os alvos são de Cuiabá, Várzea Grande (5 km ao norte), Castanheira (779 km a noroeste), Campo Novo do Parecis (396 km a Noroeste), Cáceres (225 km a oeste), e Foz do Iguaçu-PR.
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