Por Arão Leite
Alta Floresta – O corpo do homem encontrado já sem vida em uma rede embaixo da ponte sobre o Rio Teles Pires, na MT-325, no Porto de Areia, ainda não foi identificado oficialmente. Pelo menos pessoas ligadas à duas famílias procuraram a Politec em Alta Floresta para tentar o reconhecimento, mas a investigação segue sem um nome que possa apontar quem seria o cidadão que usava o local como moradia.
Uma mulher chegou a comentar que o homem na rede é o seu marido que saiu de casa há mais de cinco anos e pessoa com quem tem um filho de 12 anos. “É ele sim”, comentou ao ver um vídeo feito por pescadores quando encontraram o corpo e também comparando a uma foto do trabalhador com quem morou longos anos. “Ele sempre trabalhou no mato. Nos últimos tempos brigava muito comigo porque não dava de ir com ele. Até registrei ocorrências devido querer me bater várias vezes, mas é ele sim”, conta a senhora.
Mas a Perícia Oficial de Identificação precisa de mais elementos que comprovem a identidade. “Essa mulher até trouxe uma documentação com nome, mas as digitais não batem com a do corpo aqui no IML. Talvez se o DNA for comparado ao do menino possa apontar algo, mas ainda assim precisaremos de mais, pois o nome dele não será esse que ela mostrou”, comentou uma servidora da Polícia Técnica.
O corpo deve ficar em até 30 dias no IML. Caso não seja identificado oficialmente, poderá ser enterrado como indigente. E quanto à morte, até o momento, é indicada como indeterminada, mas aparentemente natural.
HOMEM ENCONTRADO MORTO EM PONTE: Famílias procuram Politec, mas corpo ainda não foi identificado
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